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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Situação de aprendizagem





CURSO DE FORMAÇÃO – 17/09/2013
OFICINA 1 –
EIXO: ser humano e saúde
SUBTEMAS: saúde: um direito da cidadania (7 ano – 4 bimestre)
Habilidades:
1 – Ler e interpretar indicadores de saúde apresentados na forma de tabelas e gráficos.simples.
2 – Reconhecer determinantes e condicionantes de uma vida saudável com base em textos e/ou ilustrações.
3 – Reconhecer argumentos e propostas promovendo a saúde por meio de ações, tendo como base textos.
4 – Produzir textos sobre saúde.
5 – Responder perguntas de forma objetiva.

Assunto é abordado novamente no
Primeiro bimestre do oitavo ano.
Segundo bimestre do nono ano.

SITUAÇÃO PROBLEMA 1 –
O cidadão brasileiro por lei tem direito a saúde. Na prática é isso que ocorre?

OFICINA 2 –
Sondagem → troca de informações através de questões :
EX:
·         Conhece alguém que já teve verminose? Quais?
·         Gosta de comer carne mal passada?
·         Tem o hábito de lavar sempre as mãos antes e depois de ir ao banheiro?
·         Já tomou banho em rios e lagoas onde tem caramujos?
·         Já fez exames de fezes?
·         Anda descalço?
Contextualização→elaborar um roteiro de entrevistas com questões que remetam à ocorrência de verminoses, para os alunos aplicarem aos familiares. As entrevistas serão socializadas em sala de aula relacionando as verminoses ao cotidiano do aluno.
Busca de dados → dividir a sala em 4 grupos, cada grupo fará uma pesquisa a respeito de 4 tipos de verminose (teníase, esquistossomose, lombriga, oxiúros). A pesquisa será feita em postos de saúde, livros didáticos, internet ou outra fonte de pesquisa. O material de pesquisa deverá ser levado à sala de aula, e cada grupo escreverá um texto sobre seu tema e entregará uma cópia a cada um dos demais grupos.
Problematização → De posse das informações questionar os alunos com a seguinte questão:
“Qual a ocorrência de casos de verminose em nossa cidade? A ocorrência desses casos está relacionada à falta de saneamento básico ou à falta de informação? De que maneira podemos melhorar a informação à população no que se refere ao contágio desse tipo de infestação?”
Aplicação do conhecimento em situações novas → Os mesmos grupos formados na pesquisa deverão:
·         Elaborar um jogo no formato de “trilha” utilizando os dados coletados durante a pesquisa. Esses jogos após a correção deverão ser socializados aos demais alunos da escola.
·         Elaborar um “folder” informativo a respeito de verminoses. Buscar parcerias para a impressão e distribuição do material na comunidade escolar.
Avaliação → Será contínua durante toda a execução da AS.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Biólogos e engenheiros se unem para criar planta que brilha no escuro

por Redação CicloVivo

Biólogos e engenheiros se unem para criar planta que brilha no escuro O primeiro passo é identificar os genes de bactérias bioluminescentes e utilizar a sequência de DNA em outras plantas. Imagem: Reprodução

Um grupo de biólogos e engenheiros dos Estados Unidos está concentrado no desenvolvimento de uma planta que brilha no escuro através de biologia sintética. A novidade pode tornar-se um ponto de iluminação dentro de casa, o que reduziria o consumo de energia.

O Glowing Plant Project está disponível no site de financiamento coletivo Kickstarter. Há quase um mês para terminar a campanha de arrecadação, o projeto já conseguiu ultrapassar a meta estipulada de 65 mil dólares, chegando a mais de 300 mil até agora. Isso mostra a credibilidade que o projeto alcançou. Muitas pessoas estão confiantes e na expectativa de que as plantas geneticamente modificadas possam ser comercializadas.

O primeiro passo é identificar os genes de bactérias bioluminescentes e utilizar a sequência de DNA em outras plantas, isso será feito através de um software. “Não temos a planta brilhante ainda. Nós desenhamos a sequência do DNA da planta nesse software e iremos imprimi-la em pequenas bactérias inteligentes chamadas ‘Agrobacterias’”, afirmou o gerente do projeto e mestre em Matemática, Antony Evans, a INFO Online.

No site do projeto, o grupo afirma que precisa de recursos financeiros exatamente para imprimir o DNA e completar o processo. O dinheiro arrecadado também poderá ser usado para a criação de rosas brilhantes. Em troca, quem realizar doações a partir de 40 dólares receberá de 50 a cem sementes para cultivar uma planta brilhante em casa. A partir de 150 dólares, o apoiador ganha uma muda. Os cientistas adiantam que a entrega pode demorar de seis meses a um ano. De acordo com Evans, ainda não se tem certeza da potência luminosa da planta, mas ele adianta que, provavelmente, não será tão intensa a ponto de iluminar uma sala inteira. Ainda assim, acredita que ela possa substituir luminárias decorativas. Para saber mais detalhes sobre o projeto e ajudar a financiá-lo.

* Com informações da Revista Galileu.

** Publicado originalmente no site CicloVivo.